A diretora da Escola Emmparque defende que a educação de jovens e adultos deve partir da realidade concreta dos estudantes, sem infantilização, respeitando sua história, sua vivência e sua condição de sujeitos sociais. Nessa perspectiva, a aprendizagem precisa ter sentido prático e humano, unindo leitura, escrita, cidadania e participação social, para que o estudante se reconheça não apenas como aluno, mas como cidadão capaz de ocupar outros espaços para além da escola.